sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Dia da consciência negra



Aqui nossa homenagem à comunidade negra (20/nov) dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. Data é referência à morte de Zumbi dos Palmares.

Momento importante para aprofundar nossos conceitos sobre as formas de inclusão social e não deixar acontecer na sociedade contemporânea as "novas formas" de exclusão, travestidas de preconceitos, individualidades e indiferenças.

Vídeo: Grupo Ladysmith Black Mambazo. Música: Homeless

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

E você, se lembra?!?

Recomendo que assistam atentamente ao vídeo acima, interessante trabalho do jovem Filipe Mantovan e equipe, pela JPTV (Band Regional), sobre a memória curta de parte dos eleitores.

Em enquete pelas ruas de Jundiaí, menos de dois meses após as eleições, praticamente nenhum dos entrevistados se lembrou em quem votou para presidente, deputados, senadores e governador.

E, pior: recorrem à boa e velha generalização. “Não adianta lembrar e cobrar, porque ninguém vai fazer nada mesmo”, dizem. Tem também aqueles que não têm a mínima vergonha em dizer que “apertou qualquer botão e confirmou” ou “escolheu pegando o santinho no chão das ruas”. Seria cômico se não fosse trágico.

Se você que assiste à reportagem também pensa assim, está na hora de parar e refletir. Já você que não se conforma com este tipo de pensamento, passe adiante e faça novas pessoas refletirem. Independente de candidato, partido ou coligação, não dá mais para pensar assim. Vocês concordam?!?

O trânsito jundiaiense de cada dia (2)

Na audiência pública de ontem, sobre o Orçamento de Jundiaí para 2011, perguntei e obtive algumas informações sobre o problemático trânsito de Jundiaí:

O SITU não diminui o tempo de deslocamentos das pessoas. O secretário Roberto Scaringella disse que uma das mais importantes melhorias do transporte coletivo foram os “expressinhos” que ligam um ponto a outro da cidade sem passar pelos terminais. Então, o que mais funciona não depende do SITU, que gastou R$ 70 milhões do dinheiro público para ser implantado? Parece mais dinheiro mal aplicado e pouca competência.

Já o “Jundiaí Shopping” iniciou suas obras na Av. 9 de Julho. Vai pagar R$ 5 milhões por rotatória bem em frente ao seu negócio. Quer dizer que o shopping paga uma rotatória para melhorar o acesso a si próprio. Isso é a contrapartida? Ninguém fez a pergunta: cabe um shopping no meio da cidade? E olhem o slogan que está no site do empreendimento: “Apresentamos o shopping com o padrão... no coração de Jundiaí”. Quando acabarem as obras da Av. 9 de Julho, ela já estará pequena. Mais R$ 35 milhões do nosso dinheiro gasto e com eficiência duvidosa. Nossa cidade é linda e vou lutar para que continue assim!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Um Galo forte, de novo!


Sou um torcedor fanático do nosso Paulista. Lembro-me, como se fosse ontem, daquele 22/06/2005, ver o Anderson levantando a taça de Campeão da Copa do Brasil em pleno São Januário após um jogo tenso contra o Fluminense não teve preço. Fui ao RJ assistir o jogo pensando: “Talvez seja a única e última oportunidade de ver meu Galo campeão do Brasil”. Infelizmente parece que minhas previsões estavam certas.

Em 2007, logo após quase subirmos para a Série A, o Banco Fator e o Paulista firmam uma parceria e, após longos anos, vimos o Galo simplesmente despencar da Série B para série alguma no Brasileiro e sempre disputar para não cair no Paulistão. Não sou contra parcerias no futebol, mas definitivamente ela está acabando com a linda história de nosso clube.

Está na hora de Jundiaí voltar a abraçar o Galo! Confio no atual presidente, Djair Bocanella, mas acredito que apenas com a força de nossa torcida e das empresas de Jundiaí é que voltaremos a ser fortes.

Obs: Que linda vitória em Lins!

O trânsito jundiaiense de cada dia (1)

Neste mundo moderno, duas coisas me chamam a atenção: o tempo e o individualismo. As pessoas querem quase tudo na forma de “fast foods” e diminuem a maneira coletiva de interagir com a sociedade, a família, os colegas de trabalho. Certo ou errado, talvez irreversível, mas é o que está aí.

Ganhar tempo é um dos fatores que fazem as pessoas saírem para trabalhar de carro – o transporte coletivo ruim em Jundiaí demora muito para levar o cidadão até seu destino – ainda mais com um sistema viário mal resolvido.

Com o transporte coletivo ruim, uma cidade de cruzamentos – aqui não se pensa em rotatórias – vamos perdendo nossa qualidade de vida. Há 10 ou 15 anos, não se perguntaram: “E se começarem a comprar mais carros? E se as vendas forem acima da média? Como posso fazer um sistema de transporte coletivo eficiente para conter os congestionamentos?”

Fizeram um planejamento medíocre, não levaram estas variáveis em consideração – embora evidentes – e agora tem gente colocando a culpa no crescimento econômico. É a política da “água na bunda” que, para uma cidade rica como Jundiaí, é inadmissível.

Mais tempo para desfrutar dos nossos parques

Acompanho com muito entusiasmo a solicitação legítima dos frequentadores dos parques de Jundiaí para que os horários de funcionamento sejam esticados neste período de horário de verão.

Acho que a questão deve ser levada em conta, considerando-se a escassez de opções culturais e de lazer – ao menos as gratuitas - disponíveis por aqui.

Essa é uma forma de aproveitar melhor de três cartões postais considerados orgulhos dos jundiaienses: os parques da Cidade, Eloy Chaves e Jardim Botânico. Claro, para isso provavelmente será necessária a adequação dos horários de trabalho de funcionários e aumentarão um pouco os custos de manutenção.

Vai a sugestão: a criação de um horário padrão para funcionamento destes espaços. Das 6 às 20 horas. Assim, quem sai do trabalho terá tempo de desfrutar dos locais até que o sol se ponha e até mesmo no início da noite, sem que os ‘madrugueiros’ adeptos da caminhada (este não é o meu caso, infelizmente) sejam prejudicados.

Neste período de funcionamento, poderiam ser implantados dois turnos de trabalho de sete horas aos funcionários. Com o horário de verão aí, essa é uma alternativa. A partir de então, se der certo, a mudança seria para o ano todo.