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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Bomba nas Escolas de Jundiaí e o desafio familiar

A bomba que explodiu na Escola Estadual Cecília Rollemberg na Vila Rio Branco é um sintoma e também um desafio. Mas está se tornando mais frequente, pois em menos de 30 dias é o segundo caso. No bairro Caxambú, na Escola Estadual Getúlio Nogueira de Sá, a explosão foi mais fraca. Nos dois casos a bomba foi produzida por estudantes da própria escola. Qual o motivo? É a pergunta que fica. E a resposta esperada pode ser bastante complexa. (veja fotos com exclusividade).

Apresentei um projeto de lei quando fui deputado federal, que previa assistentes sociais e psicólogos nas escolas, com o objetivo de dar suporte ao processo educacional também fora da sala de aula.
Assistentes sociais podem detectar problemas sociais para o aprendizado e os psicólogos analisar o comportamento do aluno no convívio familiar e escolar, dentre outras coisas.

A bem da verdade, também as famílias não estão tão preparadas para dar a devida educação aos filhos como antigamente, remetendo essa tarefa exclusivamente para a escola e aos professores. Pais presentes e conscientes saberiam que a escola é importante, mas o lar faz a diferença.

Aproveito para convidar, a quem possa interessar, sobre uma audiência pública:

Prevenção e Orientação nas Escolas com o Trabalho de Psicólogos e Assistentes Sociais. No dia 31 de maio, às 15 horas na Assembleia Legislativa de São Paulo (auditório Teotônio Vilela). Sobre o Projeto de Lei 441/07 do deputado estadual Marcos Martins (PT-SP).

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Prefeitura corta recursos e ATEAL pede socorro

Recebi hoje um e-mail, de um grupo importante na cidade, pedindo empenho para ajudar a Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem – ATEAL, conforme segue:

Informo a todos que a Secretaria de Educação de Jundiaí está cortando a verba de atenção educacional ao deficiente auditivo, assistido pela ATEAL, em 40% para o ano de 2011. É uma atitude que não considera o percurso profissional daqueles que se especializam e buscam ajudar o poder público naquilo que não é seu foco. Ao mesmo tempo nos vemos sem perspectiva para continuar querendo ajudar ao poder público na construção de políticas públicas que se fortalecem pelo conhecimento científico e acima de tudo pela experiência, competência profissional, tecnologia, metodologia e resultados”.

Jundiaí é uma das cidades mais ricas do estado, não pode dizer que não tem dinheiro para isso ou aquilo, ainda mais quando corta recursos de crianças deficientes. A se confirmar tal intento, o prefeito Miguel Haddad deve urgentes explicações.