Recentemente esta empreiteira teve seu contrato rescindido, quando era a responsável por executar obras no Parque Guapeva. Segundo justificativa, a empresa "não tem condições técnicas" para concluir a construção.
Assim, a empresa Jofege foi contratada sem licitação para tocar a obra, por um valor de quase R$ 3 milhões. Acontece que a Prefeitura já havia empenhado à Saúvas R$ 2,6 milhão pela mesma obra. Até o momento não há, nem na Imprensa Oficial, nem no Portal da Transparência nenhuma referência sobre o destino do dinheiro público da primeira assinatura. Ao mesmo tempo em que declara não poder concluir a construção, ainda está em vigor contrato com a Saúvas, no valor de R$ 3 milhões, para a manutenção de escolas da cidade.
Às vésperas de sediar sua primeira Conferência de Transparência Social, essa é uma ótima oportunidade para que seja revelado o destino dessas verbas. De que forma o dinheiro voltou ou voltará aos cofres públicos?

