sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

PROPOSTA: Isenção de I.P.T.U. para casas alagadas


Parque da Represa, Rio Acima, Tamoio... e outros locais onde cobram IPTU deveriam, como medida paliativa e emergencial, ter isenção do imposto já neste ano de 2011: chegou o carnê, vai na prefeitura e pede pra dar baixa, essa é a idéia.

Como isenção de imposto, no mesmo ano vigente, só compete ao prefeito mandar o projeto para a Câmara Municipal, fica aqui a minha sugestão, como cidadão e vereador. PRECISO DE ADESÕES... Repassem pessoal

Represa da DAE excede e inunda Parque da Represa


Acordei hoje de manhã com uma triste vista da janela do meu
quarto: a parte mais baixa do Parque da Represa estava
totalmente alagada. A água chegava até a primeira garagem
do meu prédio, algo que jamais havia acontecido, mesmo nos
dias de temporal intenso.


Preocupado, liguei no DAE e fui informado de que as comportas
da represa não haviam sido abertas e que se tratava de um
vazamento de água pelo vertedouro. Para confirmar, fui até o
local e constatei ao vivo e a cores que as comportas da represa
estavam sim todas abertas. Só não entendi uma coisa:
para que mentir?


E outra, por que as comportas não foram abertas antes, quando
o nível da represa ainda não era tão alto, tendo em vista que
era bem possível que fosse chover muito ainda?


Essas são perguntas que somente os governantes do PSDB
poderiam responder...

Matéria do Blog http://tudo-em-cima.blogspot.com postado por André Lux (morador deste bairro)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Um dia triste...






Escrevo este post no calor da situação. Onde moro, conforme as fotos evidenciam, estamos ilhados, sem energia elétrica desde cedo e sem possibilidades de sair da região (Chácara Companheiros e São José). Ainda não sei qual a situação do resto da cidade, ou que horas vou conseguir postar, mas a destruição causada pela chuva aqui foi enorme.

Não quero neste momento apontar culpados, mesmo com a evidente falta de estrutura que a prefeitura oferece em diversos pontos de Jundiaí, alguns já explanados no blog e tantos outros ainda não... Agora apenas peço medidas rápidas e efetivas para amenizar a situação e me solidarizo desde já com todos aqueles que tudo perderam neste triste dia.

Chuvas: Ação Emergencial e de Prevenção são diferentes

A Prefeitura de Jundiaí e a sociedade vêm fazendo bem a sua parte nas atitudes solidárias e emergentes. Depois que as coisas acontecem, em cima da hora, não dá para fazer algo mais elaborado. É agir rápido e atender da melhor maneira as famílias e isso vem sendo feito.


Na questão da prevenção, no entanto, o Prefeito Miguel Haddad deixa muito a desejar, pois Jardim Sorocabana, Balsan, São Camilo e outros, são pontos de alagamento e/ou de risco já faz tempo. Nos últimos 10 anos “São Pedro” já vem dando sinais aos governantes, fazendo chover em alguns dias o que antigamente chovia no mês inteiro, mas parece que não ligam, depois dão a mesma desculpa todos os anos! Cada cidade e prefeito tem que ser cobrado na medida e dureza que lhes cabem, vamos comparar Jundiaí com algumas cidades:


ORÇAMENTO MUNICIPAL:
Jundiaí = R$ 3.000,00 habitante/ano
Várzea Paulista = R$ 1.300,00 habitante/ano
Francisco Morato = R$ 1.100,00 habitante/ano
São Paulo (capital) = R$ 2.900,00 habitante/ano


GOVERNO E CONTINUIDADE:
Jundiaí = Desde 1993 governado pelo PSDB. Atual prefeito em 3º mandato
Várzea Paulista = Desde 2005 governado pelo PT. Prefeito reeleito.
Francisco Morato = Desde 2009 governado pelo PT.
São Paulo (capital) = Desde 2005 governado pelo DEM. Prefeito reeleito.


1º DADO ALARMANTE: já estão aprovados 15 mil novas unidades habitacionais, em condomínios fechados ou abertos, na Prefeitura de Judiaí. Todos terão gente morando em no máximo três anos... já fizeram as contas? Não, não falei do trânsito ainda, fica pra outro artigo. Como aprovam rápido hatitações e negócios imobiliários para quem ganha “um pouquinho mais” de 3 Salários Mínimos.
Já na habitação popular de verdade, o loteamento Fazenda Grande, inicialmente cedido por Dona Antonieta à Prefeitura a preço simbólico, era pra abrigar os mais pobres. Enrolaram 15 anos depois da “doação” e fizeram mais de 1.700 casas financiadas, como é hoje, para quem na época tinha renda de 4 salários mínimos pra mais. Não deixaram nem ao menos 500 lotes para remover as famílias de áreas de risco e transferí-las para lá.


2º DADO ALARMANTE: Reurbanizaram, em quase 20 anos de PSDB na cidade, apenas 5 dos 18 núcleos de submoradia. Não chegou nem a 25% de todos os habitantes destes locais. Tem mais: dos 300 loteamentos irregulares “ocupados” em nossa cidade, só estes dezoito pode ser tidos como submoradias, o restante é de classe média pra cima... haja impermeabiliazação do solo, desrespeito ao meio ambiente e falta de fiscalização nestas últimas duas décadas por parte da prefeitura.


CONCLUSÃO: Jundiaí é uma cidade muito rica, governada pelos mesmos já faz tempo e não tem atitude e gestão a altura do seu potencial, por isso o prefeito deve ser cobrado com mais severidade do que outras cidades mais pobres. Miguel Haddad, é a terceira vez que você está no comando, era de se esperar muito mais do que desculpas óbvias e metereológicas.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Chuva, tragédia e caos

Assista à reportagem da TV Tem

A chuva da noite desta quarta-feira (5) provocou muita destruição e quatro pessoas de uma mesma família morreram soterradas, após um deslizamento de terra no Jardim São Camilo.
O rio Jundiaí transbordou. Várias ruas ficaram alagadas. Houve também deslizamentos de terra em alguns pontos da cidade. No Jardim Tamoio, duas casas foram invadidas pelas águas.
A avenida dos Ferroviários, sentido rodovia Anhanguera, ficou inundada. Um carro foi coberto pela chuva.
Na rodovia Engenheiro Constâncio Cintra, um barranco desmoronou e a pista foi interditada, assim como a estrada velha de São Paulo, que teve o trânsito impedido pela queda de uma árvore.
Na Ponte São João, a chuva invandiu algumas casas da rua Carlos Gomes, assim como no Jardim Shangai.

Fotos: Jornal Bom Dia Jundiaí

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Culto a qual ciência?

As fotos ao lado foram enviadas pelo leitor Pedro Galindo, que observou uma curiosidade em nomenclatura de rua no Parque do Colégio. "As placas indicam uma acentuação que, por certo, não revela culto à gramática. Devem indicar um culto a alguma outra ciência, com aquele acento agudo", analisa o nosso leitor.
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