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domingo, 18 de agosto de 2019

O equilíbrio político e social é possível?


Nem muito a esquerda, nem muito a direita! Mas não significa a mistura dos extremos. Busco harmonia, ponderação, fé libertadora e construtivismo social. Será buscar demais? Desde que deixei o PT, tem mais de 4 anos, e com meu histórico e trajetória de vida, confesso que não é fácil.

Vou começar por algumas frases que me fizeram refletir neste sentido:

“Meu filho, guarde consigo a sensatez e o equilíbrio, nunca os perca de vista” (Provérbios 3, 21)
“A vida é igual andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é preciso se manter em movimento” (Albert Eistein)
“Quem não sabe o que busca, não identifica o que acha” (Immanuel Kant)
“O segredo da mudança é não focar toda sua energia em lutar com o passado, mas em construir o novo” (Sócrates)
“Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade” (Clarice Lispector)
Não se trata de abrir mão de valores essenciais – da defesa da vida, da justiça social, dos princípios cristãos, da família – mas de compreender que certas convicções eu posso aplicar de outro jeito, com outro olhar, com mais ponderação, ouvindo mais as pessoas que querem chegar ao mesmo lugar por caminhos diferentes. Se faz necessário também remodelar outras convicções ideológicas que foram se turvando nos grupos sociais ao longo destes últimos trinta anos. A narrativa de ontem, não é adequada hoje!

A sociedade, considerando-se o comportamento explícito e implícito que observamos, está dividida hoje em dois grupos posicionados aos extremos (uso aqui os termos pejorativos populares para cada grupo): 15% da ameaça comunista e 15% de bolsominions da neodireita. Os demais 70% da população, não importando em quem votaram para presidente, desejam mais resultados objetivos, ações coerentes, transparência e uma nova postura política. Nenhum dos extremos consegue sustentar isso. Esta população dos “setenta por cento”, não são os petralhas e nem bolsominions, mas muitas são embaladas a tomar um lado, mesmo que não concordem com nenhuma das duas posições ideológicas. Parece a síndrome da obsolescência perceptiva, onde você é induzido a consumir o que não necessita! E o atual presidente, infelizmente, incentiva essa rinha o tempo todo.

Num estado democrático, livre, de direitos e deveres, construído ao longo destas últimas décadas, mesmo que ainda não bem consolidado, podem existir grupos políticos das mais diversas vertentes. Todos têm direito de expressão, com diversas ideologias (e elas estão lá, em cada frase, em cada atitude, mesmo que digam que não). Tenho pra mim (por conta da incapacidade da esquerda de autoanálise e reposicionamento social, e da direita, que assume o poder com um discurso do “bem contra o mal” para se firmar) que grande parcela da sociedade não vai ficar satisfeita, nem com um e nem com outro. Precisamos de equilíbrio, de apontarmos para o centro ponderado.

É hora de reconstrução social em primeiro lugar. Ou fazemos isso, ou ainda teremos amigos de outrora se desunindo cada vez mais, parentes que tinham bom convívio sendo intolerantes, irmãos da mesma comunidade entendendo os ensinamentos cristãos de acordo com o “lado” que adotaram ou foram empurrados aceitar. Estou partilhando a ponderação, o equilíbrio do possível, pelo diálogo mais desapegado e farei, o quanto possível, essa reflexão com as pessoas.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Propostas novas para Jundiaí em 2017

Qualquer candidato a vereador do nosso grupo em Jundiaí tem diversas propostas para defender. O dirigente estadual do partido, e atual vice-prefeito, Durval Orlato, aponta algumas bandeiras que defende e sugere aos candidatos a vereador:

HABITAÇÃO
CONSTRUIR MORADIAS PARA QUEM ESTÁ NO ALUGUEL
O cadastro municipal deve ser revisto para priorizar que reside em Jundiaí, comprovadamente, há mais de 5 anos. Metade das unidades habitacionais disponibilizadas na cidade, devem ser destinadas a quem paga aluguel e a outra metade para os núcleos de submoradias. Em todos os casos, manter o critério social de classificação.


INFÂNCIA
IMPLANTAR O PROGRAMA MUNICIPAL PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL
Os primeiros 1.000 dias (cerca de três anos) do bebê são considerados os mais importantes para a formação do indivíduo. O plano municipal consiste em estabelecer metas e prioridades relacionadas às crianças nesta faixa etária em diversos setores, como educação, saúde, assistência, convivência familiar e outros, em acordo com as diretrizes nacionais. Trata-se da formulação de ações municipais que fomentem e coloquem o desenvolvimento das crianças como prioridade.


EMPREGO
INSTITUIR O PROGRAMA “TRABALHO NA PRAÇA”
Os parques e praças públicas devem ter espaços mínimos definidos para possibilitar a instalação de barracas e quiosques com fins comerciais para pequenos empreendedores. Isso poderá gerar mais empregos e presença de pessoas nas principais praças e parques da cidade.


CULTURA
CRIAR O FESTIVAL DE MÚSICA COM BANDAS DA CIDADE
Organizar o festival anual com bandas jundiaienses de vários gêneros musicais, autorais e cover, onde as três primeiras colocadas de cada categoria, passam a tocar nos eventos oficiais e tradicionais da cidade. Incentivo pra galera das bandas locais.


MULHERES
IMPLANTAR CASA DE PARTO NATURAL
Os procedimentos tradicionais que deveriam ser "normais" acabam tendo excessos de intervenções e medicalização. O parto passa de sua normalidade a um evento repleto de procedimentos e interferências realizadas de forma rotineira e, muitas vezes, desnecessárias. Na casa de parto batural há acompanhamento médico com pouca interferência e humanizado. Defendemos a implantação da Casa do Parto Natural em nossa cidade como outra opção para as mulheres.


MEIO AMBIENTE
IMPLANTAR O TRATAMENTO DE RESÍDUOS
Atualmente todo lixo que sai de nossa casa vai para os aterros e lixões cada vez mais distantes e a um custo maior. A proposta é fazer a separação e o beneficiamento de todos os resíduos da cidade a fim de proporcionar a geração de renda e sustentabilidade.