quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Educação Municipal de Jundiaí em alta na avaliação do IDEB

Enquanto a maioria dos municípios brasileiros encontraram dificuldades em avançar nas metas estabelecidas pelo IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), Jundiaí continua avançando na Educação. A nota subiu para 6.8 na média das escolas municipais (4ªsérie/5ºano), conforme a Prova Brasil, realizada em 2015. Em 2011 era 6.3 nesta mesma avaliação, o que significa que em quatro anos foi uma boa evolução.

"Essa evolução é fruto do trabalho dos educadores e da equipe gestora que temos nas escolas e na Secretaria de Educação. Tenho orgulho de ter participado desse processo" (Durval Orlato, ex-secretário de educação e atual vice-prefeito).

O prefeito Pedro Bigardi sempre deu muita importância para educação pública municipal, investindo quase 30% do orçamento em educação (enquanto a maioria das cidades destinam apenas os 25% que determina a legislação).

Ideb é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado em 2007, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), formulado para medir a qualidade do aprendizado nacional e estabelecer metas para a melhoria do ensino.

O Ideb funciona como um indicador nacional que possibilita o monitoramento da qualidade da Educação pela população por meio de dados concretos, com o qual a sociedade pode se mobilizar em busca de melhorias. Para tanto, o Ideb é calculado a partir de dois componentes: a taxa de rendimento escolar (aprovação) e as médias de desempenho nos exames aplicados pelo Inep. Os índices de aprovação são obtidos a partir do Censo Escolar, realizado anualmente.

As médias de desempenho utilizadas são as da Prova Brasil, para escolas e municípios, e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), para os estados e o País, realizados a cada dois anos. As metas estabelecidas pelo Ideb são diferenciadas para cada escola e rede de ensino, com o objetivo único de alcançar 6 pontos até 2022, média correspondente ao sistema educacional dos países desenvolvidos. 

Um comentário:

  1. Viva 2016!

    Em 2016 houve fato fabuloso sim, apesar de Vanessa Grazziotin falar que não, dessa forma assim:

    "O ano de 2016 é, sem dúvida, daqueles que dificilmente será esquecido. Ficará marcado na história pelos acontecimentos negativos ocorridos no Brasil e no mundo. Esse é o sentimento das pessoas", diz Grazziotin.

    Mas, por outro lado, nem que seja apenas 1 fato positivo houve sim! É claro! Mesmo que seja, somente e só, um ato notável, de êxito. Extraordinário. Onde a sociedade se mostrou. Divino. Que ficará na história para sempre, para o início de um horizonte progressista do Brasil, na vida cultural, na artística, na esfera política, e na econômica.
    Que jamais será esquecido tal nascer dos anos a partir de 2016, apontando para frente. Ano em orientação à alta-cultura. Acontecimento esse verdadeiramente um marco histórico prodigioso. Tal ação acorrida em 2016 ocasionou o triunfo sobre a incompetência. Incrementando sim o Brasil em direção a modernidade, a reformas e mudanças positivas e progressistas. Enfim: admirável.

    Qual foi, afinal, essa ação sui-generis?

    Tal fato luminoso foi o:

    -- «Tchau querida!»*

    [(*) a «Coração Valente©» do João Santana; criada, estimulada e consumida. Uma espécie de Danoninho© 'vale por um bifinho'. ATENÇÃO: eu disse Jo-ã-o SAN-TA-NA].


    Eis aí um momento progressista, no ano de 2016. Sem PeTê. Chega de po**a-louquice.

    A volta de decoro ao Brasil.

    Feliz 2017 a todos.

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